domingo, 15 de março de 2009

roma iof



...diz o pungir dos desejos
do lábio a queimar de beijos
que beija o ar, e mais nada,
que beija o ar, e mais nada...

sábado, 14 de março de 2009

sexta-feira, 13 de março de 2009

na na na na na















Todos nós temos os nossos conflitos matinais.
De uma vez por todas gostava de ter água quente em casa.

domingo, 8 de março de 2009

Strangers or Changes?



You can blind me with your foxy lips
i'll let you run me down
big shoes won't you come with me in the rain
i want you
big shoes can you formulate
Any way is something
I have fun with you
its non-saturated fat

cause strangers talk
be careful what you feel
there's something there
I told ya, i'm not done with you

Might teach her tricks to be your heart
she won't let me down
hey tangerine you've fallen
dance with me or notice someone else
i'm going to kiss you on your back
i feel so ..up
changing me cause i am nothing anyway

cause strangers talk
be careful what you feel
there's something there
I told ya, i'm not done with you

cause strangers talk
careful what you feel
there's something there
I told ya, i'm not done with you
done with you
done with you

Can you pretend I'm not French the way you thought
over there chucking with someone else in the dark
home again, i know it's really you, turning blue
now i'm alone seeing space ships in the dark (space ships, space ships)

cause strangers talk
careful what you feel
there's something there
I told ya, i'm not done with you
done with you
done with you

sábado, 7 de março de 2009

Trabalhar: muito ou pouco?

A pedido de alguém, tipo inúmeras famílias, vou proceder a uma reflexão sobre um departamento "hipotético" de um local "qualquer". Tem três letras começa num C e acaba num P; mais nada posso acrescentar visto prever uma descrebilidade exponencial deste sítio, após a leitura deste post.
O que dizem sobre o C....P é mentira. O que escrevem sobre o C....P é mentira. O que pensam saber sobre o C....P é totalmente irrelevante. É só para encher chouriços. "não é a mentira - isto existe" by Carnecoita - uma figura que trabalha algures. Neste cubículo - onde se ouvem sons de desespero autentico - só existe um computador que trabalha e quatro secretárias desarrumadas. O C....P existe como nome, mas não como trabalho (lamento ter de abrir os olhos dos enganados). "Sou o maior, consegui fazer isto!" wow! produziu-se algum trabalho - ganhar um jogo de copas??
Continuando esta formosa descrição: existem quatro quadrados de luz no tecto. A visibilidade não é má de todo mas a sua cor dá...sono! "oh yeah" - confirmação de alguém que tenta evoluir ressonando.
Uma das coisas que mais me intriga é mesmo o facto de existirem 4 fofinhos peluches - "confirma-se". São dois patos amarelos com o bico laranja bem escuro e patas vermelhas; é muito estilo - cada um está num canto de um placar de cortiça, como se estivessem a dar as boas vindas a um trabalho (que não se faz).
Os outros dois são pandas! Um branco e azul, o outro é totalmente laranja - dei-lhe o nome de laranjinha. Hei-de postar uma foto dele. Amadrinhei-o! "eu nem vou comentar" - acabaste de o fazer.

Conclusão de um dia inteiro:
- Telefone tocou uma única vez;
- Bateram à porta uma única vez;
- Produziu-se trabalho uma única vez;
- Um aparte: "Ok..algo aqui não está a bater certo....tss fodasse fiz merda caralho...odeio este programa" - exacto a culpa é sempre do único Pc que trabalha;
- A estética é deprimente;
- Dormiu-se;
- E só se esteve lá uma/ duas horas no máximo.

Desculpem, mas não se escreve mais sobre a decadência deste cubículo. No entanto, desejo boa sorte aos que lá passam poucos minutos das suas semanas. É sem dúvida um prazer encontrá-los, nomeadamente quando estão no café a valorizar o quão trabalhoso é estar no vosso departamento. Um dia também irei para lá, somente para revolucionar e pensar no empreendorismo!

Palavras do dia: "mielas e cronquetes".

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Pináculo, Dj. Pináculo

Há quem goste de olhar para o ar; há quem goste de escrever; há quem dance; há quem durma; há quem coma; há quem beba...e eu?

Eu: Pináculo - exactamente sem discurso "eloquente" (palavra muito mencionada nestes últimos dias pelo mano Carnecoita ou pela Dona Babujaria) - gosto daquilo que toda a gente gosta. Ponham-me cordas, marfim ou até madeira nas mãos e não retiro uma obra de arte. No entanto a paixão pelo óbvio está inerente a cada toque, a cada falha, a cada "auch!", a cada "iiinnnhhhhiiii" - som arrepiante - tal como ferrar unhas num quadro verde de uma sala de aula.

Cantarolando, ouvindo coisas aos altos berros e batendo o pézinho nas carruagens do metrrrrró (não no corridinho como a minha mana Literatiqueiro esfalfada após corridinho de desacostumada ou como a minha mãezinha Corridinha), olham-me de forma tão gratificante que até apetece fazer mais escabeche.

É por ter estes poderes mentais que as mixes emergem, que todas as imagens são acompanhadas por uma sensação de burburinho na barriguinha e que cada passo é a acompanhar o "puk puk" de um batuque sem cessar. Assim me apresento como Dj. "Mental" Pináculo - com digressão mundial iupiana para breve.


Frase filosófica do dia: "Sou um pássaro tão gordo que não voo".
Frase do dia de ontem: "Não é um broche é um bico".

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Disseram...

que não existia.
Não ouvi.
Consegui ultrapassar barreiras, deitar a língua de fora.
Não ouvi.
Mandei manguitos para o ar e gritei: "quem lhes dera encontrar o que um dia em mim sorriu!".
Não ouvi.
Convencida como quem sabe tudo ou que nada é relevante o suficiente para quebrar.
Não ouvi.
O mundo girava por mim. Eu girava pelo mundo.
Não ouvi.
Oscilava entre o bom e o melhor, sem ver que realmente não tinha sentido.
Não ouvi.
Até hoje pergunto-me o que se passou.
Não os ouvi.

Um, dois, três: caí.